
Almoço com Matheus e Maria
Que delícia
A sensação
De, mesmo não tendo sido o primeiro
Ter sido o mais certeiro
a acertar o seu coração
Tenho sempre essa sensação
Que pode não ser nem mesmo a verdadeira
Mas, sem dúvida, passei na peneira
De que não sou uma mera ilusão
Que delícia
O que um singelo almoço
Pode produzir,
Se não aqueles momentos
Grandiloqüentes
Como um orgasmo
Aqueles pequenos encontros
Que significam aquele amor
Que nos mostra a rota
Fora do marasmo
Delícia de digestão de idéias
Delícia de prato
Servido pelo destino
(Ele existe?)
Delícia de tertúlia
Que só o imprevisto proporciona
O cardápio servido é a vida
Nem tanto mais a nossa
Mas, mais aquela que nos é querida
Ou queridas
Aquelas que nos curam as feridas
Que nos enchem o horizonte
De certezas que não tivemos
Aquelas que nos transmitem a certeza
Que vivemos
Hoje, para além de nós mesmos
Para muito perto do infinito
De nossos frutos
Para junto de nosso dna
e nossos propósitos
Que nada, nem o destino
Há de mudar.
Que delícia
A sensação
De, mesmo não tendo sido o primeiro
Ter sido o mais certeiro
a acertar o seu coração
Tenho sempre essa sensação
Que pode não ser nem mesmo a verdadeira
Mas, sem dúvida, passei na peneira
De que não sou uma mera ilusão
Que delícia
O que um singelo almoço
Pode produzir,
Se não aqueles momentos
Grandiloqüentes
Como um orgasmo
Aqueles pequenos encontros
Que significam aquele amor
Que nos mostra a rota
Fora do marasmo
Delícia de digestão de idéias
Delícia de prato
Servido pelo destino
(Ele existe?)
Delícia de tertúlia
Que só o imprevisto proporciona
O cardápio servido é a vida
Nem tanto mais a nossa
Mas, mais aquela que nos é querida
Ou queridas
Aquelas que nos curam as feridas
Que nos enchem o horizonte
De certezas que não tivemos
Aquelas que nos transmitem a certeza
Que vivemos
Hoje, para além de nós mesmos
Para muito perto do infinito
De nossos frutos
Para junto de nosso dna
e nossos propósitos
Que nada, nem o destino
Há de mudar.
